17/06/2015

[Reflexão] Colecionismo com Moderação: O Limite do Consumo!


Qual o limite do colecionismo? Até onde devemos gastar nosso rico dinheirinho com itens que são destinados a ficar ociosos em nossas estantes.
Esculturas, miniaturas, brinquedos; consoles, games; livros quadrinhos e revistas. Tudo isso gera um custo e diminui um de nossos bens mais limitados: não, não estou falando do tempo e nem do dinheiro (esses já tomaram há muito), mas sim de espaço.


O colega Kleiton bem explica:

" (...)não dá para dedicar toda a vida a colecionar futilidades, objetos vazios da cultura popular norte-americana. Mas, claro, se gostamos de algo e trabalhamos, temos mesmo que gastar o resultado de nosso esforço com aquilo que nos agrada e nos dá prazer. Enfim: moderação, apenas. "

Já o colega Silvio diz:

"O espaço chegou ao fim, já estabeleci um limite para as coleções que estou fazendo mas não fico triste com isso. Tenho gibis suficientes para ler por um bom tempo e isso é o que mais vale."Precisamos muitas vezes impor um limite em tudo que fazemos para não passar de algo saudável para doentio. Por exemplo, como já não disponho de muito espaço, decidi parar a coleção pois colecionar é uma coisa, amontoar gibis é outra."

Selecionei dois casos extremos de colecionadores com enormes recursos, ricos obviamente:

Esse demorou anos para vender a coleção:
https://playadelnacho.wordpress.com/2014/08/12/discofilia-maior-colecionador-do-mundo-e-brasileiro-diz-ny-times/

Esse, bem melhor, criou um tipo de museu, prestando um relevante serviço social:

http://www.flatout.com.br/conheca-maior-colecao-de-carrinhos-em-miniatura-mundo/

Qual o limite do colecionismo? 
A resposta é clara: o limite é o bom senso. Colecione com moderação.

Um comentário:

  1. Obrigado pela citação.
    No meu caso, ainda estou em processo de amadurecimento.
    Preciso refletir bem sobre o que serve e o que é excesso.
    Abraços!

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