22/09/2015

[Concurso Público] Fiz a Prova da PGFN/2015!

1ª Fase:

Fiz a prova da PGFN (1ª Fase) domingo passado (20/09/2015) lá em Praça da Bandeira (Colégio Estadual Antonio Prado Junior). Como venho fazendo nos últimos certames, tenho ido de táxi. Sai caro, contudo me permite chegar mais tranquilo e focado do que chegaria se enfrentasse ônibus ou trem.

Foram 100 questões estilo abcde: gastei três horas para terminar (sei que deveria ter demorado mais e feito com mais calma, mas é o meu jeito natural). Mesmo começando pelas perguntas mais fáceis, foi cansativo e uma experiência, vejo agora que tudo passou, gratificante (na hora que acabo a prova não percebo isso, pois minha mente fica perdida/cansada).

É interessante perceber, mais uma vez, que o óbvio acontece: quanto mais se estuda, menos difícil a prova. Não que eu tenha achado a prova fácil. Longe disso: ela foi bem exigente (com questões de foram a fundo em legislação tributária e história da constituição). Todavia não foi uma prova nível impossível. Dava, pra quem se dedicou, passar.

No Brasil atual, que sofre nessa Era Petista, concurso público ainda é um dos poucos investimento que a classe média ainda pode fazer.

Estatísticas:



Estatística de comparecimento - 20/09/2015 - Domingo/Tarde

Dela se conclui que 20% já pulou fora antes de fazer a prova, ou seja, mais de 3.000 candidatos a menos só pra quem já foi fazer a prova!
Concurso público é uma coisa quase engraçada nesses momentos.



PREVISTOS + INCLUÍDOS
PRESENTES
AUSENTES
PERCENTUAL DE ABSTENÇÃO
18.666
14.933
3.733
20,00%

2ª fase:



Mesmo estudando e fazendo curso no Ênfase de 2ª fase específico, não obtive êxito.

Não havia nada especial na prova e sou responsável pelo meu mal desempenho. Pretendo ler mais doutrinas e fazer mais questões e fazer cursos específicos de peças para 2ª fase.

O que aprendi? Estou no caminho certo, mas preciso "comer mais feijão com arroz".

Grande Abraço!

2 comentários:

  1. E ainda dizem que não existe meritocracia.
    Concurso é, dentro de uma proporcionalidade naturalmente humana, justo. Mais justo do que precisar agradar ou de do que carinha bonita em muitas empresas. Ou do que o famoso Q.I..
    Fui classe média baixa. Hj, me sinto bem empregado e meu irmão é Professor Pós-Doutor numa Federal.
    Não lanchávamos na escola por falta de grana. Íamos e voltávamos a pé da faculdade por falta tb de grana.
    Aí vem um vagabundo me chamar de "privilegiado". Ah, vá à merda.
    Sem contar que o atual Vice-Presidente de meu Tribunal veio de uma família de esfomeados do sertão cearense. E a Presidente atual, quase isso.
    Infelizmente, o serviço público é mal visto em razão dos cargos em comissão, onde se ganha bem e se trabalha pouco.
    Já fiz esse concurso. Mas foi anulado e não retornei para a segunda fase.
    Hoje em dia, financeiramente, não é mais viável para mim, pois tenho dez anos de TRT. Mas é um cargo que eu gostaria de ocupar para tentar fazer a diferença (hj, PFN é só copia e cola, inércia, falta de boa vontade em correr realmente atrás de recuperação de créditos etc.). Sei, contudo, que, lá dentro, formas de pensar podem mudar ou encontrar barreiras.
    Sucesso em seus concursos!

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    Respostas
    1. Obrigado pelo apoio!

      "Íamos e voltávamos a pé da faculdade por falta tb de grana." também vivi isso e imagine o quão era difícil poder investir em lazer (cinema, livros quadrinhos etc).

      A meritocracia existe para quem quiser se esforçar, pena que o governo atual não respeita o servidor (o veto no aumento do judiciário está aí sendo debatido hoje mais uma vez...).

      Abç!

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