16/03/2018

[Resenha] Chega de Desperdício! (2010)/John Naish



Introdução

Atualizado em 16/03/2018


Nesse momento de crise, ter lido esse livro veio a calhar, pois nos dá opções minimalistas e baratas diante do paradoxo da escolha que nos rodeia nesse mundo moderno:
Quanto mais opções adicionarmos à vida das pessoas, maior serão suas expectativas de suprirem sua necessidade de fazer sempre a melhor escolha.

Conselhos Úteis




>> CHEGA DE Informação

  • Fazer Dieta de informação e economizar seu tempo (orçamento do tempo);
  • Dar preferência a noticiários locais;
  • Estabelecer limite para interrupções
  • Reconhecer a futilidade de certas informações.



>> CHEGA DE Comida (Refeições)

  • Saborear (a refeição é um momento sagrado)
  • Dar preferência a pequenos restaurantes, com pouca variedade, ao ar livre (o local deve ser calmo e agradável);
  • Boa companhia ou nenhuma;
  • Copos baixos são melhores.



 >> CHEGA DE Coisas

  • Faça você mesmo;
  • Dispense crediário;
  • Frugal é legal (frugal = leve, moderado, simples, sóbrio);
  • Evite ofertas especiais (evite promoções)



>> CHEGA DE Trabalho

  • Faça contrabando de descanso (descanse durante o trabalho);
  • Seja discreto;
  • Valorize seu tempo rentável;
  • Divida a carga;
  • Faça lazer barato;
  • Tenha micro férias (locais a 60 minutos de distância, para se ficar no máximo duas noites, levando apenas bagagem de mão e nunca em feriados, para se evitar super-engarrafamentos)



>> CHEGA DE Opções

  • Basta ter duas opções (estilo cara ou coroa);
  • Priorize lojas pequenas (menos opções);
  • Cuidado com a futilidade;
  • Contente-se com o que tem.


Conclusão


O livro "explica como é possível comer, trabalhar e consumir apenas o suficiente, e assim, salvar a humanidade do colapso". 

Conforme explica Fernando Nogueira:

"O que fazer? Pense bem a respeito de o que quer antes de examinar as ofertas existentes. Ponha seus critérios no papel e atenha-se incondicionalmente a eles. E parta do princípio de que você nunca fará a escolha perfeita.

No que se refere à torrente de possibilidades, maximizar é um perfeccionismo irracional. Dê-se por satisfeito com uma “boa solução”. Isso também vale no que diz respeito ao parceiro.

Só o melhor é bom o suficiente? Na era da escolha ilimitada, vale, antes, o oposto: “Bom o suficiente” é o melhor (a não ser, é claro, no seu e no meu caso).
Não se deve ficar à busca da inalcançável felicidade plena, mas sim de uma boa vida…"

Enfim, o jornalista John Naish mostra como é possível "fugir das armadilhas do cérebro e da mídia para descobrir quanto é o suficiente para cada pessoa.".

Recomendo a leitura.

Grande abraço!


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Sites consultados:

  • http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=24969 
  • http://enquantovocecrescia.blogspot.com.br/2013/01/atualizacao-de-leitura-chega-de.html 
  • http://www.sobreadministracao.com/paradoxo-da-escolha-ter-mais-opcoes-para-escolher-e-realmente-bom/
  • https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2018/03/16/paradoxo-da-escolha/

3 comentários:

  1. Só vi esta postagem agora em razão do link da mais recente. Com muita disciplina, o cara chega até aí...

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  2. Esse "chega de opções" me recordou o paradoxo da escolha.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. excelente menção. vou acrescentar uma nota ao post.

      abç!

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