16/04/2018

Jiu-Jitsu: Minhas Impressões


Introdução


Pratiquei por cerca de 1 ano essa modalidade esportiva com o Mestre Vasco Bento na saudosa academia Robertão. 

Na época desejava saciar minha curiosidade e complementar minha formação em artes marciais, pois Taekwondo raramente aborda combate que não seja de pé.

Foi bem divertido e não tive nenhuma lesão grave. A sensação de se usar toda a sua força contra outro ser humano durante as lutas era emocionante.

Em 2018 tentei praticar novamente, mas lesões na costela e no joelho afastaram-me da modalidade.


Treino


O treino era  constituído de três etapas:

  • Aquecimento: corrida, abdominais, rolamentos etc.
  • Técnicas de Luta: momento em que os golpes eram ensinados;
  • Luta: o combate no chão. A parte mais puxada e legal do treino.

O ponto forte do treino é o desenvolvimento da força muscular. A parte ruim é que é muito fácil se lesionar.

Conclusão 


Não se tem uma noção mínima de artes marciais sem se ter praticado diferentes modalidades que abordem tanto o combate de pé quanto o combate no chão. 

O Jiu-Jitsu, além de ensinar importantes técnicas defesa pessoal e melhorar o condicionamento físico do praticante, ensino algo fundamental que é saber cair.


Grande abraço!


P.s.: Com o presente post encerro a trilogia de posts sobre artes marciais, concluindo que elas foram muito importante para mim fisicamente até meus vinte e poucos anos e mentalmente para sempre.
Cheguei também a praticar, por pouquíssimo tempo, outras modalidades como Karatê, Capoeira e Kung fu.
Hoje, na casa dos trinta (sim, a idade pesa), pretendo seguir apenas com musculação (quem sabe hidroginástica, RPG e natação também, coisas leves, entende?).
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